Quando chega o Natal, gosto de contemplar as imagens do
Menino Jesus. Essas figuras que nos mostram o Senhor tão apoucado, recordam-me
que Deus nos chama, que o Onipotente Se quis apresentar desvalido, quis
necessitar dos homens. Do berço de Belém, Cristo diz-me a mim e diz-te a ti que
precisa de nós; reclama de nós uma vida cristã sem hesitações, uma vida de
entrega, de trabalho, de alegria.
Testemunhar e anunciar a mensagem cristã, conformando-se com Jesus Cristo. Proclamar a misericórdia de Deus e suas maravilhas a todos os homens.
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domingo, 25 de dezembro de 2016
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Cristo e seus três adventos
Há três adventos do Senhor: o
primeiro pela carne, o segundo pela alma e o terceiro pelo julgamento. O
primeiro aconteceu a meio da noite, segundo as palavras do Evangelho: “A meio
da noite, ouviu-se um brado: 'Aí vem o noivo, ide ao seu encontro!'” (Mt25,6).
E esse primeiro acontecimento já se deu, pois Cristo foi visto na terra e
conversou com os homens (cf Br 3,38).
domingo, 20 de março de 2016
Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor
Começa a Semana Santa e
recordamos a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém. São Lucas escreve:
«Ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto ao monte chamado das Oliveiras,
enviou dois dos Seus discípulos dizendo-lhes: "Ide a essa aldeia que
está em frente e entrando nela, encontrareis um jumentinho atado em que nunca
montou pessoa alguma; soltai-o e trazei-o. Se alguém vos perguntar porque
o soltais, dir-lhe-eis: Porque o Senhor tem necessidade dele".
Partiram e encontraram tudo como o Senhor lhes dissera».
quarta-feira, 16 de março de 2016
Cardeal da Igreja ensina: O silêncio na liturgia - Para dizer sim ao Senhor
Muitos fiéis queixam-se
justamente pela falta de silêncio nalgumas formas de celebração da nossa
liturgia. Por conseguinte, é importante recordar o significado do silêncio como
valor ascético cristão e como condição necessária para uma oração profunda e
contemplativa, sem esquecer que na celebração da santa Eucaristia estão
previstos oficialmente tempos de silêncio, a fim de evidenciar a sua
importância para uma renovação litúrgica autêntica.
terça-feira, 15 de março de 2016
O valor do crucifixo: "Crucifixo não é ornamento, é Mistério do 'aniquilamento'", diz Papa
Em sua homilia de hoje, o
Papa Francisco falou de um animal que, na Bíblia, se refere à história da
salvação: a serpente. Trata-se do primeiro animal citado no Gênesis e o último
no Apocalipse. Um animal que, nas Escrituras, é símbolo poderoso de danação e
misteriosamente, afirmou o Papa, de redenção. Para explicar esse simbolismo, o
Pontífice entrelaçou a leitura extraída do Livro dos Números com o trecho do
Evangelho de João. A primeira contém o célebre passo do povo de Israel que,
cansado de vagar pelo deserto com pouco comida, insulta Deus e Moisés. Também
aqui os protagonistas são as serpentes, por duas vezes. Primeiramente, são
lançadas do céu contra o povo infiel, que semeiam medo e morte até que a
multidão implora a Moisés para que peça perdão. E depois, entra em cena outra
serpente: “Deus diz a Moisés: ‘Faze uma serpente abrasadora (de bronze) e
coloca-a como sinal sobre uma haste; aquele que for mordido e olhar para ela
viverá’. É misterioso: O Senhor não deixa as serpentes morrerem. Mas se uma
delas fizer mal a uma pessoa, que olhe para aquela serpente de bronze e se
curará. Elevar a serpente”.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Preparação para o Natal
Começamos o Advento com
estas semanas ditosas e impacientes de preparação para o Natal. Uma vez mais,
me vêm à memória palavras de São Josemaría, nos últimos meses do seu caminhar
pela Terra, a propósito desta grande solenidade cristã. Ao contemplar os planos
redentores de Deus, patentes já em Belém e em Nazaré, levava-nos a considerar
que Deus ensina cada um a abandonar-se por completo. Vede bem como é
o ambiente em que Cristo nasce. Tudo ali nos insiste nesta entrega sem
condições (…).
sábado, 28 de novembro de 2015
Os três adventos de Cristo
Há três adventos do Senhor:
o primeiro pela carne, o segundo pela alma e o terceiro pelo julgamento. O
primeiro aconteceu a meio da noite, segundo as palavras do Evangelho: “A meio
da noite, ouviu-se um brado: 'Aí vem o noivo, ide ao seu encontro!'” (Mt25,6).
E esse primeiro acontecimento já se deu, pois Cristo foi visto na terra e
conversou com os homens (cf Br 3,38).
domingo, 19 de julho de 2015
O caminho da perfeição para todos: três pontos a meditar
Segundo nosso estado de
vida, todos devemos nos consagrar a Deus; seja o solteiro ou casado, o viúvo ou
celibatário, não importa, todos temos os nossos graus e exigências de
consagração ao Evangelho. Importa sabermos disso e buscarmos, com consciência e
amor, sermos cada vez mais fiéis àquilo que Deus nos pede. Poderíamos resumir o
sentido fundamental da vida de consagração a Deus no sentido de um caminho mais
radical, segundo o modelo de São Gregório de Nissa, observando três fases fundamentais:
sábado, 18 de julho de 2015
Nada antepor ao amor de Cristo ou "Quais as minhas prioridades?"
Configurar-se, é assumir a
figura, as feições, os sentimentos, as atitudes daquele que é para nós o
modelo, o ideal. Desde muito cedo esta meta se colocou para os que desejam
seguir a Cristo Jesus. Paulo foi, talvez, o que o manifestou com mais ousadia,
paixão. Mas ao longo da história da Igreja, inúmeros foram os testemunhos nesta
mesma linha. No dizer de Thomas Merton, o santo que mais se assemelhou a Cristo
foi Francisco de Assis. Não há dúvida da singularidade do Pai seráfico, que nos
toca profundamente. Mas, graças a Deus, há uma belíssima fileira de configurados
com Cristo pela história afora, até nossos dias, dos conhecidos aos muitos
desconhecidos, que espelham as facetas da alma cristã em grau exemplar. Cada um
de nós terá, com certeza, pessoas significativas em nosso itinerário para Deus,
que formam como que uma comunidade espiritual para nós (cada um tem sua
inspiração).
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Coração Doce de Jesus, em Vós confio e espero!
I. Oh! Quanto o belo Coração
de Jesus é fiel para com aqueles que Ele chama a seu santo amor! Fiel é
aquele que vos chamou: ele também assim fará. A fidelidade de Deus nos dá ânimo
para esperar tudo, se bem que nada mereçamos. Depois de expulsarmos a Deus de
nosso coração, basta que Lhe abramos a porta para Ele entrar logo segundo a
promessa feita: Si quis aperuerit mihi ianuam, intrabo ad illum et coenabo
cum illo (1) – “Se alguém me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei
com ele”. – Se desejamos graças, peçamo-las em nome de Jesus Cristo, visto que
Ele nos prometeu que assim as obteremos: Se pedirdes alguma coisa a meu
Pai em meu nome, Ele vo-la dará (2). Nas tentações, confiemos nos méritos
de Jesus, e Ele não permitirá que os inimigos nos incomodem acima das nossas
forças: Fidelis autem Deus est, qui non patietur vos tentari supra id quod
potestis (3).
domingo, 17 de maio de 2015
Solenidade da Ascensão do Senhor
A Solenidade da Ascensão de
Jesus que hoje celebramos sugere que, no final do caminho percorrido no amor e
na doação, está a vida definitiva, a comunhão com Deus. Sugere também que Jesus
nos deixou o testemunho e que somos nós, seus seguidores, que devemos continuar
a realizar o projeto libertador de Deus para os homens e para o mundo. No
Evangelho, Jesus ressuscitado aparece aos discípulos, ajuda-os a vencer a
desilusão e o comodismo e envia-os em missão, como testemunhas do projeto de
salvação de Deus. De junto do Pai, Jesus continuará a acompanhar os discípulos
e, através deles, a oferecer aos homens a vida nova e definitiva.
domingo, 10 de maio de 2015
6° Domingo da Páscoa
A liturgia do 6º Domingo da
Páscoa convida-nos a contemplar o amor de Deus, manifestado na pessoa, nos
gestos e nas palavras de Jesus e dia a dia tornado presente na vida dos homens
por ação dos discípulos de Jesus. A segunda leitura apresenta uma das mais
profundas e completas definições de Deus: “Deus é amor”. A vinda de Jesus ao
encontro dos homens e a sua morte na cruz revelam a grandeza do amor de Deus
pelos homens. Ser “filho de Deus” e “conhecer a Deus” é deixar-se envolver por
este dinamismo de amor e amar os irmãos.
domingo, 3 de maio de 2015
5° Domingo da Páscoa
A liturgia do 5º Domingo da
Páscoa convida-nos a refletir sobre a nossa união a Cristo; e diz-nos que só
unidos a Cristo temos acesso à vida verdadeira. O Evangelho apresenta Jesus como “a verdadeira videira” que dá os frutos bons
que Deus espera. Convida os discípulos a permanecerem unidos a Cristo, pois é
d’Ele que eles recebem a vida plena. Se permanecerem em Cristo, os discípulos
serão verdadeiras testemunhas no meio dos homens da vida e do amor de Deus.
domingo, 26 de abril de 2015
4° Domingo da Páscoa
“Eu sou o bom pastor”. Cristo
pode dizer com propriedade “Eu sou”. Para Ele nada pertence ao passado nem ao
futuro: tudo Nele é presente. É o que Ele diz de Si mesmo no Apocalipse: “Eu
sou o Alfa e o Ômega, Aquele que é, que era e que há-de vir, o Todo-Poderoso” (Ap 1,
8). E no Êxodo: “Eu sou Aquele que sou. Assim dirás aos filhos de Israel: “'Eu
sou' enviou-me a vós”” (Ex 3, 14).
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Ao modelo de Cristo, perdoar os inimigos
Nada nos encoraja tanto ao
amor pelos nossos inimigos, no qual consiste a perfeição do amor fraterno, como
meditar com gratidão na admirável paciência do “mais belo entre os filhos dos
homens” (Sl 44, 3). Ele estendeu o Seu belo rosto aos ímpios, para que o
cobrissem de escarros. Permitiu-lhes taparem-Lhe os olhos, esses olhos que
governam o universo. Expôs as costas ao látego. [...] Submeteu a cabeça às
pontas dos espinhos, essa cabeça diante da qual devem tremer príncipes e
poderosos. Entregou-Se, Ele próprio, às afrontas e às injúrias. Enfim, suportou
pacientemente a cruz, os pregos, a lança, o fel, o vinagre, permanecendo sempre
cheio de doçura e de serenidade. “Não abriu a boca, como cordeiro levado ao
matadouro, como ovelha emudecida nas mãos do tosquiador” (Is 53, 7). Ao
ouvir estas palavras admiráveis, cheias de doçura, de amor e de imperturbável
serenidade – “Pai, perdoa-lhes” (Lc, 23, 24) - o que podemos nós juntar à
doçura e à caridade desta oração?
domingo, 5 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
Sábado Santo
É o dia que antecede a
ressurreição de Jesus Cristo, dia dedicado à oração junto ao túmulo do Senhor
Morto. Nesta noite, é celebrada a Vigília Pascal, a vigília de todas as
vigílias. Nela acontece a bênção do fogo novo, a Proclamação da Páscoa e a
Renovação das Promessas do Batismo. Com o fogo novo se acende o Círio Pascal,
que representa a vida nova em Jesus Cristo. Durante muitos anos, na nossa
infância e adolescência, sempre ouvimos repicar os sinos nos templos da Igreja
Romana. Era sábado de aleluia!
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor
Este é o momento onde a
Igreja recorda a Morte do Salvador. É o único dia que não se celebra a Missa e
não há consagração das hóstias. É celebrada a “Solene Ação Litúrgica”, Paixão e
Adoração da Cruz onde inicia-se com a equipe de celebração entrando em
silêncio, e o padre se prostrando diante do altar em sinal de humildade e de
tristeza. É realizada a Narrativa da Paixão, que descreve os acontecimentos desde
quando Jesus foi interrogado; depois temos a “Oração Universal”, que reza pelos
que não creem em Deus e em Cristo, pelos Judeus, pelos poderes públicos, dentre
outros, e a “Adoração da Cruz”. Há Comunhão, que é o Corpo do Senhor dado a
nós. À noite, tradicionalmente, é realizada a “Procissão do Enterro” ou do “Senhor
Morto”. Em nossa Paróquia também fazemos o “Descendimento da Cruz”.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Quinta-feira Santa
É o quinto dia da Semana
Santa. Neste dia é relembrada especialmente a Última Ceia. É realizada nas catedrais
diocesanas, a Missa do Crisma (em nossa Arquidiocese esta Missa é sempre na
Terça-feira Santa), onde o Bispo diocesano santifica o óleo dos Catecúmenos e
dos Enfermos e consagra o óleo de Crisma que será usado por todas as paróquias
de sua diocese durante um ano até a próxima quinta-feira Santa, onde o óleo que
restou do ano seguinte é queimado. Para a consagração do Crisma, o Bispo pede a
Jesus que envie o Espírito Santo Paráclito, para que torne o óleo santo e que
todas as pessoas ungidas com ele se tornem “soldados de Cristo”.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Quarta-feira Santa de Trevas
É o quarto dia da Semana
Santa. Em Algumas Igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro
de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que
neste dia celebram o “Ofício das Trevas”, lembrando que o mundo já está em
trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, por isso
hoje também é chamado de “Quarta-feira das Trevas”.
















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