A liturgia deste Domingo
celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma
existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é
o exemplo concreto que confirma tudo isto. O túmulo vazio nos dá a certeza do
amor e da vida de Deus perto da nossa vida. A ressurreição não é apenas uma
realidade histórica, mas também uma mensagem: devemos também nós ressuscitarmos
com Ele, para a glória.
Testemunhar e anunciar a mensagem cristã, conformando-se com Jesus Cristo. Proclamar a misericórdia de Deus e suas maravilhas a todos os homens.
Páginas
domingo, 5 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
Sábado Santo
É o dia que antecede a
ressurreição de Jesus Cristo, dia dedicado à oração junto ao túmulo do Senhor
Morto. Nesta noite, é celebrada a Vigília Pascal, a vigília de todas as
vigílias. Nela acontece a bênção do fogo novo, a Proclamação da Páscoa e a
Renovação das Promessas do Batismo. Com o fogo novo se acende o Círio Pascal,
que representa a vida nova em Jesus Cristo. Durante muitos anos, na nossa
infância e adolescência, sempre ouvimos repicar os sinos nos templos da Igreja
Romana. Era sábado de aleluia!
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor
Este é o momento onde a
Igreja recorda a Morte do Salvador. É o único dia que não se celebra a Missa e
não há consagração das hóstias. É celebrada a “Solene Ação Litúrgica”, Paixão e
Adoração da Cruz onde inicia-se com a equipe de celebração entrando em
silêncio, e o padre se prostrando diante do altar em sinal de humildade e de
tristeza. É realizada a Narrativa da Paixão, que descreve os acontecimentos desde
quando Jesus foi interrogado; depois temos a “Oração Universal”, que reza pelos
que não creem em Deus e em Cristo, pelos Judeus, pelos poderes públicos, dentre
outros, e a “Adoração da Cruz”. Há Comunhão, que é o Corpo do Senhor dado a
nós. À noite, tradicionalmente, é realizada a “Procissão do Enterro” ou do “Senhor
Morto”. Em nossa Paróquia também fazemos o “Descendimento da Cruz”.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Dez anos sem João Paulo II
Dez anos atrás, em 2 de
abril, milhares rezavam sob a sua janela na Praça São Pedro. Os mais jovens
ainda chamavam “João Paulo, João Paulo”, com os olhos fixos na luz acesa, há
dias, do segundo andar do Palácio Apostólico. Nestes mesmos momentos, às 21h37,
Karol Wojtyla, depois de anos de doença e de uma verdadeira agonia que nos
últimos dias lhe havia tirado a voz e a respiração, se despedia do mundo
terreno dizendo “Deixem-me partir para a casa do Pai”.
Quinta-feira Santa
É o quinto dia da Semana
Santa. Neste dia é relembrada especialmente a Última Ceia. É realizada nas catedrais
diocesanas, a Missa do Crisma (em nossa Arquidiocese esta Missa é sempre na
Terça-feira Santa), onde o Bispo diocesano santifica o óleo dos Catecúmenos e
dos Enfermos e consagra o óleo de Crisma que será usado por todas as paróquias
de sua diocese durante um ano até a próxima quinta-feira Santa, onde o óleo que
restou do ano seguinte é queimado. Para a consagração do Crisma, o Bispo pede a
Jesus que envie o Espírito Santo Paráclito, para que torne o óleo santo e que
todas as pessoas ungidas com ele se tornem “soldados de Cristo”.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Ano Santo extraordinário convocado pelo Papa Francisco será proclamado oficialmente
O Papa Francisco proclamará
oficialmente o “Jubileu da misericórdia” na tarde de sábado, 11 de Abril. Após
o primeiro anúncio de 13 de Março passado, o Pontífice procederá à publicação
da Bula de proclamação com um rito que terá lugar a partir das 17h30 na Basílica
de São Pedro. No início da celebração serão lidos alguns trechos da Bula diante
da Porta Santa. Sucessivamente, o Papa presidirá às Primeiras Vésperas do “Domingo
da Divina Misericórdia”, evidenciando, sobretudo, o tema fundamental do ano
santo extraordinário.
Quarta-feira Santa de Trevas
É o quarto dia da Semana
Santa. Em Algumas Igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro
de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que
neste dia celebram o “Ofício das Trevas”, lembrando que o mundo já está em
trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, por isso
hoje também é chamado de “Quarta-feira das Trevas”.

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