Viver em uma dimensão de
imoralidade onde tudo está permitido debilita os jovens frente às tentações do
diabo, advertiu o Arcebispo de Ferrara e Comacchio (Província de Itália), Dom
Luigi Negri, experiente exorcista, declarando que na revolução cultural do maio
francês de 1968 vemos a raiz dos males da juventude, levando-a ao liberalismo
sexual e moral, tendo como lema “é proibido proibir”.
Testemunhar e anunciar a mensagem cristã, conformando-se com Jesus Cristo. Proclamar a misericórdia de Deus e suas maravilhas a todos os homens.
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sábado, 18 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Comemorações pelo aniversário de Bento XVI
O Papa emérito Bento XVI
completou nesta quinta-feira (16) 88 anos e, para comemorar, celebrou
numa festa ao estilo bávaro, na qual não faltou música e cerveja típica desta
região alemã onde o ex-pontífice nasceu, informou a agência EFE. O papa alemão
festejou seu aniversário na porta de sua residência, o convento “Mater
Ecclesiae”, junto a um grupo de pessoas vestidas com o traje típico de sua
região de origem.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Casamentos para toda a vida?
É possível que hoje em dia
um matrimônio dure a vida inteira? Na opinião do Papa Francisco é
possível “com a graça de Deus”, mas também é necessária a colaboração e o
esforço dos esposos para resolverem os problemas que possam surgir neste
caminho. De fato, a falta de diálogo, os conflitos deixados sem resposta e o
orgulho vencem a boa vontade de um dos esposos que deseja se “acertar” com o
cônjuge; se não houver diálogo, abertura à correção e perdão, as relações
pessoais vão se desgastando e podem ter seu fim.
domingo, 12 de abril de 2015
2° Domingo da Páscoa
A comunidade cristã é uma
“multidão” que abraçou a mesma fé – quer dizer, que aderiu a Jesus, aos seus
valores, à sua proposta de vida. A Igreja não é um grupo unido por uma
ideologia, ou por uma mesma visão do mundo, ou pela simpatia pessoal dos seus
membros; mas é uma comunidade que agrupa pessoas de diferentes raças e
culturas, unidas à volta de Jesus e do seu projeto de vida e que de forma
diversa procuram encarnar a proposta de Jesus na realidade da sua vida
quotidiana. Que lugar e que papel Jesus e as suas propostas ocupam na minha
vida pessoal e na vida da minha comunidade cristã? Jesus é uma referência
distante e pouco real, ou é uma presença constante, que me interroga, que me
questiona e que me aponta caminhos?
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Que alegria! Nossa postagem 1000!: O que é a linguagem litúrgica?
A liturgia, como toda
realidade humana, tem uma linguagem própria com a qual se expressa, se
apresenta e se mostra e que chamamos, precisamente, “linguagem litúrgica”. Esta linguagem é a linguagem específica da
celebração litúrgica que, através de sinais visíveis e outros anexos, nos
aproximam de Cristo e de sua mensagem. Esses sinais foram sendo recolhidos pela
Igreja através dos séculos, tendo sempre como ponto de partida as Escrituras
Sagradas e a vivência das primeiras comunidades cristãs. Esses “signos sagrados”
não foram inventados, mas acolhidos, recolhidos e reapresentados pelo próprio
Cristo e pela Igreja para significar as realidades divinas invisíveis (cf. SC
33).
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Ao modelo de Cristo, perdoar os inimigos
Nada nos encoraja tanto ao
amor pelos nossos inimigos, no qual consiste a perfeição do amor fraterno, como
meditar com gratidão na admirável paciência do “mais belo entre os filhos dos
homens” (Sl 44, 3). Ele estendeu o Seu belo rosto aos ímpios, para que o
cobrissem de escarros. Permitiu-lhes taparem-Lhe os olhos, esses olhos que
governam o universo. Expôs as costas ao látego. [...] Submeteu a cabeça às
pontas dos espinhos, essa cabeça diante da qual devem tremer príncipes e
poderosos. Entregou-Se, Ele próprio, às afrontas e às injúrias. Enfim, suportou
pacientemente a cruz, os pregos, a lança, o fel, o vinagre, permanecendo sempre
cheio de doçura e de serenidade. “Não abriu a boca, como cordeiro levado ao
matadouro, como ovelha emudecida nas mãos do tosquiador” (Is 53, 7). Ao
ouvir estas palavras admiráveis, cheias de doçura, de amor e de imperturbável
serenidade – “Pai, perdoa-lhes” (Lc, 23, 24) - o que podemos nós juntar à
doçura e à caridade desta oração?





