Testemunhar e anunciar a mensagem cristã, conformando-se com Jesus Cristo. Proclamar a misericórdia de Deus e suas maravilhas a todos os homens.

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domingo, 10 de maio de 2015

6° Domingo da Páscoa


  A liturgia do 6º Domingo da Páscoa convida-nos a contemplar o amor de Deus, manifestado na pessoa, nos gestos e nas palavras de Jesus e dia a dia tornado presente na vida dos homens por ação dos discípulos de Jesus. A segunda leitura apresenta uma das mais profundas e completas definições de Deus: “Deus é amor”. A vinda de Jesus ao encontro dos homens e a sua morte na cruz revelam a grandeza do amor de Deus pelos homens. Ser “filho de Deus” e “conhecer a Deus” é deixar-se envolver por este dinamismo de amor e amar os irmãos.

domingo, 3 de maio de 2015

5° Domingo da Páscoa


  A liturgia do 5º Domingo da Páscoa convida-nos a refletir sobre a nossa união a Cristo; e diz-nos que só unidos a Cristo temos acesso à vida verdadeira. O Evangelho apresenta Jesus como “a verdadeira videira” que dá os frutos bons que Deus espera. Convida os discípulos a permanecerem unidos a Cristo, pois é d’Ele que eles recebem a vida plena. Se permanecerem em Cristo, os discípulos serão verdadeiras testemunhas no meio dos homens da vida e do amor de Deus.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Santos João XXIII e João Paulo II foram canonizados há um ano


  Nunca na história da Igreja de Roma um seu bispo proclamou santos dois predecessores tão próximos no tempo como acontece agora com a canonização de Angelo Giuseppe Roncalli e Karol Wojtyła. Sem dúvida alguma, João XXIII e João Paulo II foram protagonistas na segunda metade do século XX de dois pontificados — o primeiro breve, o segundo bastante longo, até ao início do novo século — dos quais se sente a importância já agora, ainda antes que deste tempo seja permitida uma avaliação fundada em perspectiva histórica.

domingo, 26 de abril de 2015

4° Domingo da Páscoa


  “Eu sou o bom pastor”. Cristo pode dizer com propriedade “Eu sou”. Para Ele nada pertence ao passado nem ao futuro: tudo Nele é presente. É o que Ele diz de Si mesmo no Apocalipse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, Aquele que é, que era e que há-de vir, o Todo-Poderoso” (Ap 1, 8). E no Êxodo: “Eu sou Aquele que sou. Assim dirás aos filhos de Israel: “'Eu sou' enviou-me a vós”” (Ex 3, 14).

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Profissão de fé na Trindade: O Símbolo “Quicumque” s


  O Símbolo “Quicumque” atribuído a Santo Atanásio (entre 430 e 500) e resume nossa fé sobre o que devemos crer acerca da Trindade Santa. Muitas discussões aconteceram antes e depois disso, mas este Símbolo é, sem dúvida, um marco da doutrina cristão e um referencial para todas as elucubrações sobre as relações internas (ad intra) e externas (ad extra) na Trindade. A palavra “símbolo” significa sinal, referência e é exatamente isto que o “Quicumque” deseja ser.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

A existência de Deus frente às contradições humanas


  Li recentemente as afirmações de um intelectual alemão que, em relação à "questão de Deus", se dizia agnóstico e, ao mesmo tempo, acrescentava que não se poderia nem provar nem excluir totalmente a existência de Deus, de modo que esse problema permaneceria sempre em aberto. No entanto, declarava-se firmemente convencido da existência do inferno: bastava-lhe ligar a televisão para comprová-lo sem sombra de dúvida.

domingo, 19 de abril de 2015

3° Domingo de Páscoa


  Em primeiro lugar, a Páscoa supõe um encontro com o Cristo ressuscitado e glorioso, através da Igreja, através da carne do nosso irmão em quem palpita a vida divina e, finalmente, através dos sacramentos, onde deixou a sua pegada invisível e presentes visíveis, que o Cristo Pascal nos deixou para derramar e compartilhar conosco a vida divina. O cristianismo é justamente o encontro com uma pessoa viva, Jesus Cristo, quem o Pai ressuscitou vencendo as ataduras do pecado e da morte. Agora bem, o encontro com Cristo ressuscitado pede de cada um de nós um viver a vida nova que Cristo ganhou com a sua morte e ressurreição. Vida nova que implica nos arrepender dos nossos pecados, causantes do sofrimento e da morte de Cristo Jesus; implica deixar a nossa vida antiga e mundana, como tantas vezes nos pede o papa Francisco. Este arrependimento nos levará a nos ajoelhar diante do sacramento da Penitência, onde o sangue de Cristo nos lava, nos santifica e volta a brilhar em nós a vida nova do Ressuscitado.